Anemia Infecciosa Equina, ELISA

Description

 

Teste de patógenos

  • O teste ELISA pode, em alguns casos, substituir o Teste de Coggins, o teste oficial exigido para comércio/importação/exportação de cavalos.

  • Teste ELISA PTE018/2 para detetar anticorpos contra o vírus da anemia infecciosa equina

 

  • A Anemia Infecciosa Equina é uma doença listada no Código Sanitário para os Animais Terrestres da OIE e os países são obrigados a reportar a ocorrência da doença de acordo com o Código da OIE.

Amostra

  • 5 mL de sangue colhido em tubo seco ou 2 mL de soro.  

Prazo de entrega

Processamento padrão - Resultados em 2-5 dias úteis após a chegada da amostra ao laboratório. Os clientes organizam e suportam os custos do envio das amostras para o laboratório.

Processamento PREMIUM - Resultados em 5 horas após a chegada da amostra. Inclui entrega expressa gratuita**. O laboratório organiza o envio expresso com recolha da encomenda na morada do cliente e entrega no laboratório.

O que é a Anemia Infecciosa Equina?

  • A anemia infecciosa equina é uma doença viral muito antiga que afeta cavalos, asnos, mulas e bardotos em todo o mundo. Está sujeita a controlos rigorosos na importação/exportação de equídeos vivos e seus produtos.

Sinais clínicos

Esta infeção pode ter uma fase aguda, crónica ou subclínica (silenciosa).

  • A fase aguda é caracterizada por febre intermitente associada a depressão, letargia, aumento da frequência cardíaca e respiratória, hemorragias, diarreia com sangue, feridas sangrantes que não cicatrizam, falta de coordenação e perda rápida de peso. Pode também causar hemorragias petequiais nas mucosas e edema geral mais evidente nas pernas e icterícia.
  • A fase crónica é caracterizada por episódios recorrentes de febre, anemia e trombocitopenia (diminuição das plaquetas sanguíneas) intercalados com períodos de normalidade. Estes episódios vão-se sucedendo ao longo do tempo.
  • Esta doença é frequentemente fatal durante a fase aguda ou crónica.
  • Se o animal sobreviver às fases aguda e crónica, entra numa fase silenciosa sem sinais evidentes de doença pelo resto da sua vida. Nesta fase silenciosa o vírus persiste, mas os sinais clínicos só se manifestam se o sistema imunitário estiver enfraquecido por outra doença, stress ou administração de corticosteroides.

Transmissão

  • A EIA é causada por um lentivírus da família do VIH, o vírus da anemia infecciosa equina.
  • O vírus pode ser transmitido de um cavalo para outro através da picada de moscas ou, mais raramente, de mosquitos, ou por contacto direto com sangue ou produtos derivados do sangue (soro e/ou plasma). Por exemplo, através do uso partilhado de objetos contaminados com sangue infetado (agulhas, ferramentas de ferragem, etc.).
  • O vírus também pode ser transmitido da égua para o potro através da placenta ou, mais raramente, no colostro ou leite da mãe.
  • Potencialmente, o vírus pode ser transmitido pelo sémen.

Prevenção

  • Não existe tratamento, cura ou vacina para esta infeção. A prevenção é crucial para evitar a sua transmissão.
  • Devem ser realizados testes serológicos para EIA em qualquer cavalo com anemia e trombocitopenia de origem desconhecida.
  • Devem ser feitos testes regulares anuais para manter a exploração livre de EIA.
  • É aconselhável testar os garanhões e éguas reprodutoras a cada 90 dias durante o período de reprodução.

 

 

    Anemia Infecciosa Equina, ELISA

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      Description

       

      Teste de patógenos

      • O teste ELISA pode, em alguns casos, substituir o Teste de Coggins, o teste oficial exigido para comércio/importação/exportação de cavalos.

      • Teste ELISA PTE018/2 para detetar anticorpos contra o vírus da anemia infecciosa equina

       

      • A Anemia Infecciosa Equina é uma doença listada no Código Sanitário para os Animais Terrestres da OIE e os países são obrigados a reportar a ocorrência da doença de acordo com o Código da OIE.

      Amostra

      • 5 mL de sangue colhido em tubo seco ou 2 mL de soro.  

      Prazo de entrega

      Processamento padrão - Resultados em 2-5 dias úteis após a chegada da amostra ao laboratório. Os clientes organizam e suportam os custos do envio das amostras para o laboratório.

      Processamento PREMIUM - Resultados em 5 horas após a chegada da amostra. Inclui entrega expressa gratuita**. O laboratório organiza o envio expresso com recolha da encomenda na morada do cliente e entrega no laboratório.

      O que é a Anemia Infecciosa Equina?

      • A anemia infecciosa equina é uma doença viral muito antiga que afeta cavalos, asnos, mulas e bardotos em todo o mundo. Está sujeita a controlos rigorosos na importação/exportação de equídeos vivos e seus produtos.

      Sinais clínicos

      Esta infeção pode ter uma fase aguda, crónica ou subclínica (silenciosa).

      • A fase aguda é caracterizada por febre intermitente associada a depressão, letargia, aumento da frequência cardíaca e respiratória, hemorragias, diarreia com sangue, feridas sangrantes que não cicatrizam, falta de coordenação e perda rápida de peso. Pode também causar hemorragias petequiais nas mucosas e edema geral mais evidente nas pernas e icterícia.
      • A fase crónica é caracterizada por episódios recorrentes de febre, anemia e trombocitopenia (diminuição das plaquetas sanguíneas) intercalados com períodos de normalidade. Estes episódios vão-se sucedendo ao longo do tempo.
      • Esta doença é frequentemente fatal durante a fase aguda ou crónica.
      • Se o animal sobreviver às fases aguda e crónica, entra numa fase silenciosa sem sinais evidentes de doença pelo resto da sua vida. Nesta fase silenciosa o vírus persiste, mas os sinais clínicos só se manifestam se o sistema imunitário estiver enfraquecido por outra doença, stress ou administração de corticosteroides.

      Transmissão

      • A EIA é causada por um lentivírus da família do VIH, o vírus da anemia infecciosa equina.
      • O vírus pode ser transmitido de um cavalo para outro através da picada de moscas ou, mais raramente, de mosquitos, ou por contacto direto com sangue ou produtos derivados do sangue (soro e/ou plasma). Por exemplo, através do uso partilhado de objetos contaminados com sangue infetado (agulhas, ferramentas de ferragem, etc.).
      • O vírus também pode ser transmitido da égua para o potro através da placenta ou, mais raramente, no colostro ou leite da mãe.
      • Potencialmente, o vírus pode ser transmitido pelo sémen.

      Prevenção

      • Não existe tratamento, cura ou vacina para esta infeção. A prevenção é crucial para evitar a sua transmissão.
      • Devem ser realizados testes serológicos para EIA em qualquer cavalo com anemia e trombocitopenia de origem desconhecida.
      • Devem ser feitos testes regulares anuais para manter a exploração livre de EIA.
      • É aconselhável testar os garanhões e éguas reprodutoras a cada 90 dias durante o período de reprodução.

       

       

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